terça-feira, 6 de março de 2012





sinto me corta o teu silencio,
No meio do meu peito...
Como uma navalha amolada
Corta-me ao poucos minha alma

O teu silencio apaga minhas alegrias
Sufoca-me e cala-me ate o fim...
Na forca dos incompreendidos,
No nó que me enrosca.

O teu silêncio queima-me
Com febre de não te ouvir,
Arde como brasa dentro de mim,
Teu silêncio é como fogo
a me consumir.

E nas chamas deste teu silêncio
Resta-me falar por ti...

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