domingo, 25 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
É um fim de tarde, minha vida se decai junto com o por do sol,
Vejo a chegada da morte ao meu encontro,
É algo tão deplorável é algo tão misterioso, mas atrativo...
Olhando para a morte vejo sofrimento eterno em seu mantô
Permita-me, toca-lo este meu corpo cansado de dores do passado.
Não aguenta mais caminha neste mundo,
É Como uma incisão neste corpo tão pálido...
A minha vida há muito tempo ate os dias atuais
São feitas de agonias insuportáveis...
Carregada de dores e solidão.
Então a solidão se tornou a minha única perspectiva...
Sempre refinado ao gosto amargo do déjà-vu
Lembranças distantes e mortas...
Assombrou minha mente triste...
Privada de qualquer alegria...
Perdida num mundo paralelo,
Eu sonhei em mergulhar profundamente Em um abismo escuro...
Sinto a sombra da morte me fornecendo o revelo da vida...
Agora esta é a morte, Que eu escolho aqui...
Que eu descobri aqui em baixo, Além de meu êxtase...
Mas, contudo esta é a vida que eu rejeito amargamente,
Que eu detesto aqui em baixo além de qualquer dor...
É como uma sombra que se desfruta de uma esperança,
Uma única lágrima derrama no meio das chamas...
Mais quando o cenário sinistro agonizando e repleto de almas perdidas me assistindo
Gostaria de dizer algo antes que o cenário acabe... Gostaria de dizer que eu já vivi.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Algumas vezes eu me sinto encurralado
Encurralado na minha própria escuridão
Como uma dor infinita
Sempre lá para lembrar
Me lembrar que não me é permitido
Sentir felicidade
Os olhos vazios no espelho me contam
Eles me contam que estou fora da contagem
Todo segundo da realidade me visita
Apenas para desconstruir meu mundo
Mas quando deitamos próximos
Nós ascenderemos acima
A sensação da sua pele me faz sentir seguro e aquecido.
Encurralado na minha própria escuridão
Como uma dor infinita
Sempre lá para lembrar
Me lembrar que não me é permitido
Sentir felicidade
Os olhos vazios no espelho me contam
Eles me contam que estou fora da contagem
Todo segundo da realidade me visita
Apenas para desconstruir meu mundo
Mas quando deitamos próximos
Nós ascenderemos acima
A sensação da sua pele me faz sentir seguro e aquecido.
terça-feira, 6 de março de 2012
sinto me corta o teu silencio,
No
meio do meu peito...
Como
uma navalha amolada
Corta-me
ao poucos minha alma
O
teu silencio apaga minhas alegrias
Sufoca-me
e cala-me ate o fim...
Na
forca dos incompreendidos,
No nó que me enrosca.
No nó que me enrosca.
O teu silêncio queima-me
Com febre de não te ouvir,
Arde como brasa dentro de mim,
Teu silêncio é como fogo
a me consumir.
E nas chamas deste teu silêncio
Resta-me falar por ti...
quinta-feira, 1 de março de 2012
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz.
Quando uma porta da felicidade se fecha,
outra se abre,
mas costumamos ficar
olhando tanto tempo
para a que se fechou
que não vemos a que se abriu.
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