quinta-feira, 15 de março de 2012




É um fim de tarde, minha vida se decai junto com o por do sol,
Vejo a chegada da morte ao meu encontro,
É algo tão deplorável é algo tão misterioso, mas atrativo... 
Olhando para a morte vejo sofrimento eterno em seu mantô
Permita-me, toca-lo este meu corpo cansado de dores do passado. 
Não aguenta mais caminha neste mundo,
É Como uma incisão neste corpo tão pálido...
 A minha vida há muito tempo ate os dias atuais 
São feitas de agonias insuportáveis...
Carregada de dores e solidão.
 Então a solidão se tornou a minha única perspectiva...
Sempre refinado ao gosto amargo do déjà-vu
Lembranças distantes e mortas...
Assombrou minha mente triste...
Privada de qualquer alegria...
Perdida num mundo paralelo,
Eu sonhei em mergulhar profundamente Em um abismo escuro...
 Sinto a sombra da morte me fornecendo o revelo da vida...
Agora esta é a morte, Que eu escolho aqui...
Que eu descobri aqui em baixo, Além de meu êxtase...
Mas, contudo esta é a vida que eu rejeito amargamente,
Que eu detesto aqui em baixo além de qualquer dor...
É como uma sombra que se desfruta de uma esperança,
Uma única lágrima derrama no meio das chamas...
Mais quando o cenário sinistro agonizando e repleto de almas perdidas me assistindo 
Gostaria de dizer algo antes que o cenário acabe... Gostaria de dizer que eu já vivi.




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