sexta-feira, 6 de abril de 2012


 Eu não sei o que fazer com essa vida
Neste inferno no paraíso
Já não aguento mais viver e lamurias.
Eu perdi minhas asas e minha liberdade
Por causa do ser que uma vez amei tanto.
Desde 1000 anos olho o seu rosto,
Estas lágrimas de gelo são agora os seus,
O amor proibido que levo pra esta mulher,
Me fez doravante prisioneiro das trevas.
Deixe-me uma última vez que senti uma estreita
Seu rosto, neste jardim morto.
Sozinhos, perdidos neste mundo irreal.
Estou meio-morto, semi-nu.
Ainda me resta minhas lágrimas com o licor de esperança:
Lágrimas congeladas são como minhas esperanças
Lentamente elas desaparecem da minha memória.
Meus gritos?
Seu coração pode me ouvir?
Cordeiro na voz que se Corta, sou perda na terra,
Sozinho, eu mentir sobre sua pedra fria.
Eu realmente desejo nunca ter existido.
Nem mesmo ter pensado que podia amar,
Eu sinto tanto ódio por isso.
Que tenho criado minhas tristezas e paixões,
Se você não me emitir,
vai quebrar o meu último suspiro.
Eu choro afligido, isso dói e estou assustado
Eu desejo ver vós novamente, só mais uma vez.
Embora eu grite, vós não está me escutando
Embora eu chore, vós não está me amando...
eu continuo a ser a única realidade
E assim eu te deixarei,
Eu entrarei em um mundo cinza, longe de tudo
Longe de você
Longe de mim --
Toma cuidado em guerra ...
Não sou mais hoje um anjo triste,
Único, amor da mãe da humanidade,
Como compreendê-lo na pureza da minha alma,
Mas como lamentar um amor tão profundo.

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